Há um antes e um depois de se provar um chocolate digno de ser um dos melhores do mundo. Todos os nossos sentidos ficam despertos assim que se leva o primeiro quadrado deste “néctar dos Aztecas e Maias” à boca. O doce e o amargo misturam-se e desfazem-se na boca, à medida que sentimos a textura aveludada e o cheiro adocicado. Antes disso já os nossos olhos tinham cobiçado os vários tipos de tabletes e bombons na vitrine, indecisos. Depois desta verdadeira ode aos cinco sentidos, apetece experimentar mais e seguir as pegadas desta delícia castanha.
O chocolate era desconhecido dos europeus até estes chegarem à América. Foi trazido pelos espanhóis do México. Aqui, da semente do cacau, um dos bens mais apreciados pelos Maias e Aztecas, produzia-se uma requintada bebida destinada às castas dominantes: o chocolate quente.
